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6 de novembro de 2020

Culpa e vergonha


Há um ditado muito útil que aponta a diferença entre culpa e vergonha. A culpa diz respeito ao que eu fiz - a vergonha diz respeito a quem eu sou. Não são conceitos independentes, principalmente em uma cultura em que o que fazemos é a resposta que se dá à pergunta: "Quem é você?" A cultura americana tradicional freqüentemente é descrita como sendo “baseada na culpa”, ou seja, os pensamentos religiosos em geral são centrados na bondade que se pode detectar nas ações das pessoas. O sistema jurídico é um exemplo disso. As teorias da expiação popularizadas na teologia protestante versam principalmente sobre o perdão pelas coisas que fizemos de errado. “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23) é um versículo muito citado. Todos são culpados de algo e precisam de perdão. No entanto, essa postura simplesmente ignora a questão da vergonha.

Martinho Lutero descreveu o cristão como um "monte de esterco coberto de neve". A “neve” é a justiça de Cristo. Nós próprios somos apenas esterco. Pela fé, aceitamos a justiça de Cristo como nossa e somos "cobertos". É uma imagem que trata a culpa e deixa a vergonha intocada. Assim, o que fiz é “coberto”, mas eu mesmo permaneço o que sou (esterco). Não acho que seja essa a intenção de Lutero. Mesmo assim, é um exemplo infeliz de uma cultura que exteriorizou o eu, confundindo-o com “o que fazemos” ou, mais provavelmente, deixando-o de lado completamente.

O pensamento ortodoxo, por outro lado, tende a fundar as ações no funcionamento do eu. Elas são “sintomas” de um processo interno. Ouvimos isso na descrição de São Paulo de sua luta espiritual.

“Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.” (Romanos 7: 15-20)

São Paulo quer fazer o bem, mas algo está agindo nele que produz o que não é bom. Eis o pecado: um processo . Em outro trecho, ele igualará esse processo ao da própria morte. Pecado é morte, morte é pecado.

De modo geral, é impossível separar essas coisas (culpa e vergonha). Em termos teológicos, a Ortodoxia é descrita como tendo uma visão “ontológica”, uma visão que vê as coisas em termos de nosso próprio ser, nosso ser como um todo. Não é algo jurídico (como se nossas ações fossem isoladas) porque não conseguimos avaliar adequadamente nossas ações quando as consideramos isoladamente, individualmente.

Se tomamos a imagem de Lutero, a Ortodoxia (e São Paulo) descreveria a “neve” da justiça de Cristo como aquilo que transforma tudo o que há em nós que pode ser descrito como “esterco” em neve. Deus se tornou o que somos [esterco] para que pudéssemos nos tornar o que Ele é [neve]. Nas palavras de São Paulo:

“Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.” (2 Co 5:21).

O grito de São Paulo no final da passagem de Romanos não é de culpa. A culpa diz: “O que eu fiz?” São Paulo grita: “Desventurado homem que sou! Quem me livrará deste corpo de morte?" Este é o grito de vergonha, o reconhecimento em um nível existencial de que quem eu sou está em um estado de miséria.

A abordagem ortodoxa para a salvação se foca na pessoa como um todo (e, portanto, na experiência da vergonha). É inevitável que tal abordagem ontológica (se focando em toda a pessoa no nível do ser) encontrará questões ligadas à vergonha - precisamente porque a vergonha é como nos sentimos sobre "quem somos". Assim, questões ligadas à humildade e ao autoesvaziamento estão na vanguarda da vida espiritual ortodoxa. Se nossas vidas fossem medidas em termos de culpa (as coisas que fizemos), seria absurdo confessar que “Eu sou o principal dos pecadores”. É apenas no nível do nosso próprio ser que a mundanidade de nossas vidas pode ser vista.

Há muito tempo penso que a culpa é uma categoria problemática, algo que perde o foco. Se eu nunca tivesse feito nada de errado, a condição real de minha alma permaneceria a mesma: ela está presa pela morte. Eu também observei ao longo dos anos, como alguém que ouve confissões, que nunca é a culpa que leva alguém ao arrependimento. A culpa não é a linguagem tradicional da confissão. Ouça esta oração em preparação para a comunhão:

Ó Senhor meu Deus, sei que não sou digno nem suficiente para que entres debaixo do meu teto, na habitação da minha alma, pois está tudo deserto e em ruínas, e não tens um lugar adequado dentro de mim para deitar Tua cabeça. Mas, das alturas de Tua glória, Tu te humilhaste, então agora leva-me em minha humildade; assim como Tu te humilhaste a deitar em uma manjedoura em uma caverna, então digna-te agora também a entrar na manjedoura de minha alma muda e corpo corrupto. Assim como não deixaste de entrar na casa de Simão, o leproso, nem te esqueceste de comer ali com pecadores, entra também na casa da minha pobre alma, toda leprosa e cheia de pecado….

Não se trata aqui de lamentar-se de coisas terríveis que foram feitas, uma admissão de culpa. Este é um reconhecimento voluntário de vergonha. Costumo advertir àqueles que são novos nas orações da Ortodoxia para serem cuidadosos. Essas orações são escritas por santos de uma forma muito poética que expressa o fundo do nosso coração. Muitas pessoas, ao ouvirem essa linguagem, podem entrar em desespero ou sentir que a oração está tentando envergonhá-las. Nesses casos, instruo as pessoas a orar com suas próprias palavras no início, simplesmente dizendo: “Não sou digno. Ajuda-me." Com o tempo, as palavras sagradas dos santos se tornarão as do seu próprio coração.

Anos atrás, quando eu era anglicano, aprendi a “oração do acesso humilde”:

Não temos a pretensão de vir a esta Tua mesa, ó misericordioso Senhor, confiando em nossa própria justiça, mas em Tua multiforme e grande misericórdia. Não somos dignos a ponto de recolher as migalhas debaixo de Tua mesa. Mas Tu és o mesmo Senhor, cuja propriedade é sempre ter misericórdia: Conceda-nos, portanto, gracioso Senhor, comer a carne de Teu querido Filho Jesus Cristo, e beber o Seu sangue, para que nossos corpos pecaminosos sejam limpos por Seu corpo, e nossas almas lavadas pelo Seu preciosíssimo sangue, e que possamos cada vez mais habitar nEle, e Ele em nós. Amém.

Mesmo como padre ortodoxo, continuo a usar essa oração antes de receber a comunhão. Há muito tempo está unida ao meu coração e tornou-se parte de mim. Hoje é usada por alguns ortodoxos no rito ocidental.

Se você se dedicar às palavras do Novo Testamento, aos poucos ficará claro que muito pouco dele se relaciona à culpa - às coisas que as pessoas fizeram de errado. Em vez disso, está focado no próprio estado de nossos corações, no que nos tornamos ou “quem somos” e, portanto, muito mais relacionado com a vergonha.

Acrescentarei para encerrar que é possível pensar na vergonha em termos meramente psicológicos. Isso é muito bom, mas não atinge a realidade mais profunda da questão. A nudez de Adão e Eva pode ser vista em vários níveis. É, em primeiro lugar, uma questão literal: eles não tinham roupas. Em segundo lugar, é uma questão emocional, psicológica: eles sentem vergonha e querem se esconder. Terceiro, e este é um grande mistério, eles perderam a glória original com a qual foram vestidos, a semelhança de Deus. Esta é uma transfiguração da plenitude do nosso ser. Ouvimos ecos disso em São Paulo:

Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. E por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu; se, todavia, estando vestidos, não formos achados nus. Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados; não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu também o penhor do Espírito. (2 Co 5:1-5)  

E assim nossa vergonha será dissolvida. Glória a Deus.

Fonte: Pe. Stephen Freeman, Guilt and Shame – What’s The Difference. 

6 de janeiro de 2020

A verdadeira estória do eu


Quando somos muito jovens começamos a construir uma narrativa, uma estória. Uma estória sobre nós mesmos. Ela é composta de memórias e emoções. Com o tempo essa estória vai sendo recheada com comentários críticos de nossa parte, e eis que essa narrativa se torna o que realmente consideramos como sendo nós mesmos. Essa estória que contamos a nós mesmos sobre quem realmente somos passa a ser, então, a nossa identidade.

Essa narrativa é revista todos os dias. A grande tragédia, do ponto de vista cristão, é que essa narrativa, essa estória, na verdade não é nosso verdadeiro eu. Na melhor das hipóteses, podemos chamar essa narrativa de ego. Distinguir o eu do ego é uma das mais importantes tarefas da vida espiritual.

Na literatura ortodoxa, o verdadeiro eu está centrado no coração: o lugar em nós onde encontramos Deus e onde encontramos o Paraíso. Esse trono do eu, o coração, não é uma narrativa construída, nem uma autoimagem, nem a projeção de medos e desejos, nem está sob ameaça, nem precisa ser defendido.

O homem moderno se aterroriza ante as doenças mentais, tais como as várias formas de demência, mal de Alzheimer etc. Mas o que se perde aí é o ego, não o eu. Grande parte desse terror vem do fato de que não conseguimos imaginar uma existência que não esteja identificada com essa narrativa artificialmente construída pela mente.

Um dos aspectos da nossa existência decaída é que a mente, nossos pensamentos e emoções, acabaram por dominar o coração. Esse domínio chegou a tal ponto que as pessoas em geral têm pouca ou nenhuma ideia da existência do coração. Pensamentos e emoções devem servir ao coração, e não servir para criar uma ilusão de falso eu.

Se os pensamentos e emoções fossem simples “informações”, os problemas que criam provavelmente não existiriam. Mas o que ocorre é que os pensamentos e emoções frequentemente provêm de fontes negras, obscuras. As memórias que moldam nossa narrativa também desempenham seu papel na criação de nossas feridas. Nos lugares profundos e escuros, mesmo lugares muito secretos, a necessidade do “ego” de proteger-se pode se tornar algo esmagador, avassalador. Muito do material que compõe nossas ações que confessamos como “pecado” vem precisamente dessas feridas negras.

Talvez o lugar de origem mais comum dessa obscuridade seja o que chamamos de “vergonha”. Enquanto “culpa” é o termo usado para descrever como sentimos quando fazemos algo errado, “vergonha” é o senso de que somos errados. Em muitas pessoas, este sentido profundo de auto-aversão atinge níveis extremamente tóxicos.

Para que estejamos certos sobre alguma coisa, a mente precisa encontrar algo ou alguém que esteja errado. Em outras palavras, a mente está sempre procurando um inimigo (a pessoa que está “errada”), pois sem um inimigo, a mente fica incerta a respeito de sua própria identidade. Para a mente, a declaração de inimigo não é uma falha de caráter, mas uma tarefa essencial e necessária. Infelizmente, estar certo ou ter razão não é realmente o que as pessoas precisam, embora seja a isso a que se dedicam a maior parte de suas vidas. Defender o ego é quase sempre uma questão de tentar estar certo ou ter razão.

Os Padres são muito claros a respeito disso tudo. Eles ensinam que antes de começarmos o caminho da iluminação pela graça (conhecer a Deus e sermos conformados à Sua imagem), é necessário o esforço prévio da purificação. Muitas pessoas se dedicam à purificação como se estivessem em uma bicicleta ergométrica. Nós combatemos um pensamento desordenado com outro pensamento desordenado, até mesmo lançando mais repugnância e asco contra nós mesmos. Não somente julgamos a nós e aos outros –  também nos condenamos pelo próprio ato de julgar.

O caminho correto a seguir é reconhecer nosso verdadeiro dilema. A mente não será ensinada a se comportar. São as fontes tóxicas em nosso ser interior que precisam ser visadas. Recusar-se a aceitar as conclusões da narrativa interior, e do ego que a gera, é algo fundamental ao arrependimento cristão.

Um dos métodos que a mente utiliza para manter-se no “poder” é aprender um sistema de pensamento ou crença e defendê-lo contra as coisas que o ameaçam. E podemos fazer o mesmo com pessoas – criar um tipo de “lei canônica” na cabeça contra a qual o comportamento das pessoas possa ser julgado. É esta comparação e este julgamento, esta sistematização e defesa, que a mente verdadeiramente ama, e ela pode se tornar muito boa nisso.

Se ocuparmos a mente com “coisas religiosas”, mesmo “coisas religiosas ortodoxas”, facilmente começaremos a pensar que estamos sendo fiéis. Julgamos nossas falhas (raiva, ódio, inveja) como simples deslizes que podem ser ajustados e corrigidos. Pois, dizemos a nós mesmos, eu sei mais.

As igrejas comumente não passam de comunidades de mentes neuróticas, psicologicamente apressadas em tentar fazer o bem, mas que se ferem umas às outras em nome de Deus a medida que o ego opera desesperadamente para encontrar o que precisa, isto é, alimentar sua narrativa autocriada. Em outras palavras, a paróquia frequentemente não é um lugar seguro. Eis aí o “homem moral”, ou seja, o homem que vive para conformar-se a normas e regras exteriores, a regras de aparência. Jesus não morreu para transformar homens maus em bons, mas para transformar homens mortos em vivos.

O esforço do ego em comportar-se bem tem pouco ou nada a ver com uma mudança profunda, interior. Não há nada particularmente cristão em ser uma pessoa moral. O homem moral e o homem imoral – ambos têm de ser “mortificados”, como diz o Apóstolo Paulo.

“Ora, se eu não sou quem eu penso que sou, então quem sou eu?” A resposta é: “Você está escondido com Cristo em Deus”. Cristo revelará quem somos conforme aprendamos a viver no coração e, assim, viver em Cristo. É aí que encontraremos o verdadeiro eu que está escondido em Cristo.

Todos os meus sucessos, realizações, fracassos e derrotas, meu conhecimento e ignorância, tudo isso não é o conteúdo da minha vida. Admitir isso é o começo do caminho da humildade. Humildade não é sentir-se menos especial. É reconhecer que não conheço meu verdadeiro eu. Meu eu é um livro aberto para que Deus nele escreva. Meu eu é um recipiente vazio esperando a que Deus lhe dê conteúdo.

Memórias e feridas, tais como a vergonha tóxica, que podem ter se originado em abusos, sejam físicos, emocionais ou sexuais, podem estar ancorados no fundo de nosso ser, e a partir de lá vomitam pensamentos e sentimentos a praticamente toda e qualquer situação. Perfeccionismo, depressão, ansiedade, pânico, pensamentos críticos, estes são apenas alguns dos comportamentos interiores que frequentemente estão associados com a vergonha. Trabalhar junto com um confessor experiente ou um conselheiro espiritual pode ser um bom começo. Para outros, um terapeuta experiente e bem formado, ou uma terapia de grupo, pode também ser útil.

De qualquer forma, o objetivo é trabalhar em favor de nossa salvação. Se há coisas e feridas lá dentro, então temos de fazer o que for necessário para que sejam curadas, senão continuaremos enfeitiçados e mancos. Apenas pintar essas feridas com um verniz religioso não vai adiantar. A doutrina ortodoxa da salvação implica em cura. Se tais feridas não forem curadas, a pessoa não conseguirá livrar-se dos ciclos do falso eu.  A batalha principal e diária pelo coração e mente é o que podemos chamar de nepsis (vigilância, sobriedade). Pôr de lado ruído, dedução, passado, futuro, medo, desejo, defesa, justificação, eis os principais esforços desta batalha interior.

Não é possível fazer isso tudo de uma vez. Reservar cinco minutos do dia para nossas orações diárias é um bom começo. Respirar de maneira relaxada a partir do diafragma, tal como respiramos quando suspiramos, ajuda o corpo a relaxar. Feche-se aos pensamentos do passado e do futuro nestes cinco minutos. Pode ser muito difícil no começo, mas ao longo do tempo você verá que os resultados virão, e manter nossa atenção no momento se tornará mais fácil. O “momento” é de fato a entrada ao lugar do coração. Claro, rezar a Oração de Jesus para a consciência do momento é o começo da “oração” no momento. Nada disso deve ser forçado, e devemos ser pacientes ao longo de todo o processo. A paciência é uma das virtudes do momento. Há dias que serão proveitosos, há dias que deixarão a sensação de que você não avançou nada. Novamente, paciência. Como diz o Apóstolo, Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.

Nossas conversas, quando ouvimos ou falamos, fariam bem se partissem do coração, não do ego. Então aqui lhes ofereço algumas sugestões, algumas ferramentas, que podem ser úteis para que nos mantenhamos no coração; para falar do coração, para ouvir no coração.

  • Use poucas palavras. Fique em silêncio se possível. (Eclesiastes 3:3)
  • Fale apenas a verdade, embora não seja necessário ser rude quando o fizer. (Efésios 4:15).
  • Resista à tentação de defender-se. (Mateus 10:19) Quando nos defendemos dos outros, é muitíssimo comum que não nos preocupemos com o pensamento em si, mas com nosso falso eu e sua aparência. Então resista ao esforço de defender-se.
  • Não é importante estar certo ou ter razão. (Provérbios 26:21)
  • Não argumente. Seu efeito no ego alheio será nulo. (Oséias 4:4)
  • Diga a sua ansiedade que tudo ficará bem. (Filipenses 4:6) Quando estiver ansioso e sentir a necessidade de falar, apenas diga a sua ansiedade que tudo ficará bem.
  • Não tenha pressa em falar. Deixe que o outro termine seu pensamento. (Provérbios 29:20)
  • Respire. Não tenho um versículo para esta sugestão, mas o que me vem à mente é Genesis. O primeiro ato de Deus depois de nos formar da argila é que Ele respirou em nós. Respirar pode ser um ato de receber Deus, então respire. O resto virá bem mais facilmente.


Fonte: Pe. Stephen Freeman, The True Self and the Story of Me e podcasts subsequentes, trechos seleccionados, 2012.